16/08/2011

Um Café, no Fim da Tarde

E tudo se transforma em euforia, um leve bater de coração num ritmo alucinante, estar mais que por estar, sentir.. sentir como vento, vento que toma conta de meu espaço.. mais que vento! energia que toma conta de meus pensamentos.

Um espaço na distância dos dias, corro em círculos.. monto meu trilho, aprecio o frio de estar junto; junto estando a dias sem você.. sem você desde sempre; círculo sem sentido?! solidão sem motivo. O motivo encontro, encontro na ausência de tuas mãos, na ausência de teu tempo, de teu rio.

Vejo uma esperança, verde e inocente.. uma esperança quieta e e nem tão certa de ser a última a morrer.. mas o homem não se contenta em vê-la quieta, o homem quer segurá-la, ter o prazer de saber que pode matar, e morrer por último.. por vê-la frágil, por não se chamar esperança.. por não ter esperança.

Feliz nos encontraremos, juntos ou não, sem cafés ou beijos.. por saber que vivemos, por saber que nós nos tivemos, um dia, uma noite.. um dia.
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